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Migrar de MEI para ME: quando é obrigatório e como fazer

Crescer é bom — mas quando o faturamento do MEI passa de um certo ponto, continuar nesse enquadramento deixa de ser opção e vira uma questão de prazo. Entenda quando a migração é obrigatória e o que muda depois dela.

Quando a migração é obrigatória

A regra dos 20%

Se o excesso de faturamento sobre o limite do MEI for de até 20%, a empresa pode aguardar até dezembro para formalizar a migração, com efeito a partir de janeiro do ano seguinte. Se ultrapassar 20%, o desenquadramento precisa ser imediato — e retroage à data em que o limite foi excedido, com recálculo de impostos, juros e multa de 0,33% ao dia.

Passo a passo da migração

Quanto tempo leva e quanto custa

Oficialmente, o desenquadramento é processado em 3 a 15 dias úteis — mas, na prática, contando as atualizações estaduais e municipais, o processo completo costuma levar entre 10 e 60 dias, dependendo da agilidade dos órgãos envolvidos. O custo fica entre R$ 260 e R$ 1.000, considerando taxas públicas e honorários contábeis.

O que muda depois da migração

Sua empresa já passou (ou vai passar) do limite do MEI?

A Agicont presta assessoria contábil na transição de MEI para ME: planejamento do momento certo da migração, escolha do regime tributário e início da contabilidade, para evitar multas e retrabalho.

Fontes: Lei Complementar nº 123/2006; Resolução CGSN nº 140/2018; Portal do Simples Nacional (Receita Federal). Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a análise da situação específica do seu negócio.